terça-feira, 16 de novembro de 2010

Take That renovado

Fala galeraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Chegou a hora de falar do tão esperado novo álbum do Take That, agora com Robbie Williams de volta! E tem tanta coisa para falar gente, vou ver se consigo resumir minhas palavras sobre este trabalho que, felizmente, atendeu às minhas expectativas.

Após o anúncio da volta de Robbie, em julho, o grupo gravou seu sexto álbum de estúdio rapidamente, em apenas alguns meses, e é de se espantar a qualidade de um disco que foi feito em tão pouco tempo. Digo, sem dúvidas, que o estilo do único integrante com carreira solo extremamente bem-sucedida, predominou. Portanto, se você era fã do quarteto que lançou seus dois últimos álbuns com grande parte de suas músicas sendo baladas, é melhor escutar Progress com a mente aberta, pois se tem algo que ele não tem é isso. Tem uma faixa ou outra bem pop, como "Pretty Things", mas o restante é tudo novo; é um novo Take That que ressurge com a volta à formação original de 1990.

Acredito que o novo álbum é uma mudança mais do que surpreendente. Imaginava canções como "The Flood" compondo grande parte do trabalho, mas não, ela foi somente um aperitivo do prato principal. Digamos que foi o começo perfeito para um retorno que espero que ainda renda muitos discos. Williams de volta trouxe renovação a uma banda que vinha fazendo um excelente percurso desde sua reunião em 2005, mas que faltava ousar mais. Agora, vemos Gary Barlow, Jason Orange, Mark Owen e Howard  Donald de uma forma diferente. Temos pop, rock, eletrônica e batidas junto de vocais mais acelerados. Basta ouvir "SOS" e "Kidz" para ver tais estilos.

A única coisa que faltou em Progress, que aliás, foi o nome mais do que ideal para o álbum, é Gary Barlow. Apesar de todos terem participado da composição e produção do cd junto de Stuart Price (The Killers, Brandon Flowers, Madonna, Scissor Sisters), senti que Robbie Wlliams roubou a cena. Ele foi essencial para a alta qualidade do disco, porém, a voz e as baladas de Barlow fazem parte da essência do conjunto. A única canção que traz tal presença de Gary é "Eight Letters", uma das melhores. "Flowerbed" é bem parecida, mas é mais lenta e traz nos vocais Jason.

Mark Owen também canta em grande parte das músicas, além de Jason e Howard que, mesmo sendo mais coadjuvantes, têm suas oportunidades de assumir os vocais. Enfim, fã ou não da ex-boy band - não têm mais idade e nem coreografias elaboradas para isso -, compre Progress.

Ouçam "Pretty Things" e "Happy Now".

Não posso deixar de falar que o novo trabalho do Take That já estreiou batendo recordes. Pois é, vendendo mais de 250 mil cópias no dia de lançamento, 15 de novembro, Progress é o álbum de estréia que vendeu mais rápido no século. Por quê? Não por causa de Robbie Williams, mas por ser de qualidade impressionante e o ponto de renovação de uma das melhores bandas de pop que o mundo já viu.

:P

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